Avaliação da Suplementação com Lisina, Metionina e Treonina em Suínos em Fase de Terminação
Resumo
O presente trabalho foi realizado em Xanxerê/SC nos meses de maio e junho de 2023, com o objetivo de avaliar se o uso dos peptídeos é viável. Foram utilizados 30 suínos divididos em 3 repetições. A 1ª com 14 animais com peso médio inicial de 90±9,57 Kg da linhagem Agroceres AGPIC 337 com 20 semanas de idade que foram distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado (DIC) com 2 tratamentos de sete animais cada. A 2ª com 8 animais com peso médio inicial de 50+ Kg da mesma linhagem com 9 semanas que foram distribuídos com a mesma metodologia, com 2 tratamentos de quatro animais cada. A 3ª com 8 animais com peso médio inicial de 56 Kg da mesma linhagem com 9 semanas que foram distribuídos com a mesma metodologia, com 2 tratamentos de quatro animais cada. Os tratamentos foram T1, ração basal e T2 ração basal+produtos à base de peptídeos. As análises estatísticas das variáveis de desempenho foram determinadas de acordo com as normas zootécnicas. O período experimental teve duração de 49 dias. A adição dos peptídeos na ração, em comparação à ração sem os peptídeos demonstrou um aumento de 2%, 23,7% e 15,6% respectivamente no ganho de peso diário, já no valor de conversão alimentar, observou-se uma diminuição da conversão quando comparamos o T2 com o T1, essa diminuição foi de 14,7% 36,3% e 42,36% respectivamente... Os resultados de viabilidade econômica apresentaram uma maior receita bruta nos animais que receberam a adição de peptídeos. A suplementação melhorou a receita em R$16,20, R$74,90 e R$99,49 em relação às dietas sem suplementação. Pode-se concluir que a adição de peptídeos na ração dos suínos em terminação é um manejo viável, e que melhora os coeficientes de ganho de peso diário e de conversão alimentar, além de ser economicamente lucrativo.
Palavras-chave
Referências
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